Quem sou?! Esta é uma indagação que tenho feito ao longo dos anos. Em busca de uma resposta contentável, certo dia parei e busquei no mais profundo de meus pensamentos, a descoberta daquilo que sou; logo descobri: SOU UM UNIVERSO DE DÚVIDAS EM BUSCA DE UMA SIMPLES RESPOSTA: QUEM SOU? Logo pensei: SOU um viajante do tempo, que a cada segundo pleitea a sorte, tentando encontrar saída às mais diversas e confusas situações; nada levo na minha bagagem, senão a vontade de entender aquilo que SOU. Mas quantos viajantes vagueiam esta mesma estrada? Quantos que perdidamente buscam se encontrar, correndo para não matar o tempo que mata a esperança do existente imaginário, são sombra de dúvidas que trazem a certeza do incerto, que ilude o desiludido fatigando o sonho de uma realidade tão esperada. QUEM SOU?- Ah, já sei; subitamente mais uma resposta: Sou um cidadão competente. Pago meus impostos, tenho uma família, a levo ao parque e, até vou à igreja. Mas quantos cidadãos também assim procedem?A resposta de fato não era convincente ainda. Por mais que viessem respostas e mais respostas, estava cada vez mais confuso e menos convencido. Certo dia parei e, me pus a pensar: Vou deixar de questionar o meu existir, daí o meu silêncio bradou forte e contundentemente a me dizer: você é o único igual a você, sem muita retórica e respaldado no tudo que pensei, logo entendi: de fato, nós somos o único igual a nós mesmo; as vezes ferindo e as vezes feridos, as vezes respondendo e as vezes sendo questionado, somos um universo móvel de grande complexidade, capazes apenas, de entender que nada somos além daquilo que podemos ser na essência: Eu!Um pouco pragmático, demasiadamente onírico, mas, (modéstia à parte), extremamente equilibrado, mormente, no que tange aos meus conspícuos sentimentos.
As vezes somos metralhados por recordações que inevitavelmente nos remetem ao estado emocional pelo qual nós nos encontrávamos no momento em que outrora nos fez sorrir, gargalhar, chorar, amar emfim todos aqueles momentos que marcaram nossa vida. A minha pretensão não é deixar as pessoas que visitam-me deprimidas mas sim que elas possam ter um espaço pra exorcisar as suas nostalgias.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Quem sou Eu?
Quem sou?! Esta é uma indagação que tenho feito ao longo dos anos. Em busca de uma resposta contentável, certo dia parei e busquei no mais profundo de meus pensamentos, a descoberta daquilo que sou; logo descobri: SOU UM UNIVERSO DE DÚVIDAS EM BUSCA DE UMA SIMPLES RESPOSTA: QUEM SOU? Logo pensei: SOU um viajante do tempo, que a cada segundo pleitea a sorte, tentando encontrar saída às mais diversas e confusas situações; nada levo na minha bagagem, senão a vontade de entender aquilo que SOU. Mas quantos viajantes vagueiam esta mesma estrada? Quantos que perdidamente buscam se encontrar, correndo para não matar o tempo que mata a esperança do existente imaginário, são sombra de dúvidas que trazem a certeza do incerto, que ilude o desiludido fatigando o sonho de uma realidade tão esperada. QUEM SOU?- Ah, já sei; subitamente mais uma resposta: Sou um cidadão competente. Pago meus impostos, tenho uma família, a levo ao parque e, até vou à igreja. Mas quantos cidadãos também assim procedem?A resposta de fato não era convincente ainda. Por mais que viessem respostas e mais respostas, estava cada vez mais confuso e menos convencido. Certo dia parei e, me pus a pensar: Vou deixar de questionar o meu existir, daí o meu silêncio bradou forte e contundentemente a me dizer: você é o único igual a você, sem muita retórica e respaldado no tudo que pensei, logo entendi: de fato, nós somos o único igual a nós mesmo; as vezes ferindo e as vezes feridos, as vezes respondendo e as vezes sendo questionado, somos um universo móvel de grande complexidade, capazes apenas, de entender que nada somos além daquilo que podemos ser na essência: Eu!Um pouco pragmático, demasiadamente onírico, mas, (modéstia à parte), extremamente equilibrado, mormente, no que tange aos meus conspícuos sentimentos.
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